Áreas de Atuação

Três especialidades oncológicas. Um cuidado que começa antes da cirurgia e acompanha cada etapa do tratamento.

30%
dos tumores malignos no Brasil
são cânceres de pele (INCA)
mais frequente no Brasil
câncer colorretal em homens
+20k
novos casos/ano
cânceres ginecológicos
1–2%
taxa de recidiva com PDEMA
vs. 16% na cirurgia convencional
INCA
formação especializada
Instituto Nacional de Câncer · RJ

Cada tipo de câncer pede um especialista

Não existe tratamento genérico em oncologia. Cada área tem suas particularidades — de diagnóstico a técnica cirúrgica.

01
Videolaparoscopia · Robótica

Tumores Ginecológicos

Cânceres do útero, ovários, colo do útero e vulva — tratados com rigor oncológico e cuidado da singularidade de cada caso. Abordagem minimamente invasiva sempre que tecnicamente adequada.

  • Cirurgia por videolaparoscopia e plataforma robótica Da Vinci
  • Estadiamento cirúrgico com análise anatomopatológica em tempo real
  • Preservação de função e qualidade de vida quando possível
  • Protocolo de acompanhamento pós-operatório individualizado
02
Laparoscopia · Robótica

Tumores Colorretais

Tumores do intestino grosso e do reto tratados com margem oncológica segura. A cirurgia minimamente invasiva reduz o trauma, encurta a recuperação e preserva a qualidade de vida sem abrir mão do resultado.

  • Ressecções laparoscópicas com margem cirúrgica adequada
  • Abordagem multidisciplinar com gastroenterologia e oncologia clínica
  • Menor tempo hospitalar e retorno mais rápido às atividades
  • Planejamento individualizado: da colonoscopia à cirurgia
03
PDEMA · Linfonodo Sentinela

Tumores Cutâneos

Melanoma, carcinoma basocelular e espinocelular tratados com a técnica de excisão adequada a cada caso. O método PDEMA — análise de 100% das margens — oferece precisão máxima e recidiva de apenas 1–2%.

  • Técnica PDEMA: análise completa das margens em tempo real
  • Linfonodo sentinela com mapeamento por fluorescência Firefly (ICG)
  • Equipe multidisciplinar: cirurgiã oncológica + cirurgião plástico + patologista
  • Telepatologia: PDEMA disponível em hospitais parceiros no Nordeste

Por que o especialista
faz diferença

Em oncologia cirúrgica, a primeira cirurgia define boa parte do prognóstico. Operar bem, na técnica certa, com equipe especializada — não é detalhe, é protocolo.

01

Diagnóstico preciso desde o início

O especialista reconhece padrões que generalistas perdem. Da indicação de biópsia à escolha da técnica — cada decisão impacta o tratamento completo.

02

Técnica adequada a cada tumor

Não existe cirurgia padrão em oncologia. A margem, o acesso e a abordagem são definidos caso a caso — e isso exige treinamento específico em cada área.

03

Acompanhamento que não termina na alta

O tratamento oncológico não acaba na sala de cirurgia. Vigilância pós-operatória, integração com oncologia clínica e radioterapia fazem parte do protocolo.

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se aplica ao seu caso?

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