Tumores Colorretais

Cólon e reto — detecção precoce e cirurgia com resultado oncológico seguro.

mais frequente no Brasil
em homens e 2º em mulheres (INCA)
~46k
novos casos estimados/ano
Brasil, 2023
90%+
chance de cura no estágio I
colonoscopia a partir dos 45 anos
45+
anos — inicio do rastreamento
ou antes se histórico familiar
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O que são

Cânceres que se desenvolvem no intestino grosso (cólon) ou no reto. É um dos tipos mais prevalentes no Brasil — e um dos que têm maior chance de cura quando detectado cedo.

A maioria surge de pólipos que crescem lentamente durante anos. Por isso o rastreamento com colonoscopia a partir dos 45 anos (ou mais cedo para quem tem histórico familiar) é tão decisivo: é possível retirar o pólipo antes que ele se torne maligno.

Como tratamos

Ressecção cirúrgica do tumor com margens adequadas, priorizando abordagem minimamente invasiva. Com formação pelo INCA-RJ, a Dra. Luciana realiza cirurgias laparoscópicas e robóticas para tumores colorretais — menor tempo de internação, recuperação mais rápida e resultado oncológico sem concessões.

Para tumores do reto, o planejamento pré-operatório com oncologia clínica e radioterapia define se há indicação de tratamento neoadjuvante antes da cirurgia — protocolo que aumenta a chance de preservação do esfíncter e reduz recidiva local.

Quando buscar avaliação

Nenhum destes sinais deve ser ignorado — mesmo que pareçam banais:

Sangue nas fezes ou sangramento retal
Alteração do hábito intestinal persistente
Dor ou desconforto abdominal recorrente
Fraqueza e anemia sem causa aparente
Emagrecimento sem motivo
Sensação de esvaziamento incompleto do intestino

Colonoscopia: o exame que evita o câncer

A colonoscopia não serve só para detectar câncer — ela permite remover pólipos antes que se tornem malignos. Recomendada a partir dos 45 anos para a população geral, e antes disso para quem tem histórico familiar de câncer colorretal ou síndromes hereditárias (como Síndrome de Lynch ou PAF). Se você ainda não fez, este é o momento de perguntar ao seu médico.

Fatores de risco conhecidos

Identificar seu perfil de risco orienta quando iniciar o rastreamento — e pode antecipar o diagnóstico em anos.

Histórico familiar

Parente de 1º grau com câncer colorretal antes dos 60 anos dobra o risco. Síndromes como Lynch e PAF exigem rastreamento precoce e especializado.

Idade acima de 45 anos

A incidência aumenta significativamente após os 45 anos. A colonoscopia de rastreamento a partir dessa idade é recomendação das principais sociedades médicas.

Dieta pobre em fibras e rica em carnes processadas

Dieta ocidental com alto consumo de carnes vermelhas, embutidos e baixo consumo de fibras está associada a maior risco de adenomas e tumores colorretais.

Tabagismo e consumo de álcool

O tabaco e o álcool estão entre os fatores modificáveis com maior evidência de associação com câncer colorretal em estudos epidemiológicos.

Doenças inflamatórias intestinais

Retocolite ulcerativa e doença de Crohn com acometimento colônico aumentam o risco de câncer colorretal, com vigilância endoscópica recomendada.

Obesidade e sedentarismo

IMC elevado e inatividade física estão associados a maior incidência de pólipos adenomatosos e progressão para carcinoma.

Histórico familiar ou
sintoma persistente?

Avalie com quem entende. Uma consulta especializada pode antecipar o diagnóstico em anos.

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