O que são
Cânceres que se desenvolvem no intestino grosso (cólon) ou no reto. É um dos tipos mais prevalentes no Brasil — e um dos que têm maior chance de cura quando detectado cedo.
A maioria surge de pólipos que crescem lentamente durante anos. Por isso o rastreamento com colonoscopia a partir dos 45 anos (ou mais cedo para quem tem histórico familiar) é tão decisivo: é possível retirar o pólipo antes que ele se torne maligno.
Como tratamos
Ressecção cirúrgica do tumor com margens adequadas, priorizando abordagem minimamente invasiva. Com formação pelo INCA-RJ, a Dra. Luciana realiza cirurgias laparoscópicas e robóticas para tumores colorretais — menor tempo de internação, recuperação mais rápida e resultado oncológico sem concessões.
Para tumores do reto, o planejamento pré-operatório com oncologia clínica e radioterapia define se há indicação de tratamento neoadjuvante antes da cirurgia — protocolo que aumenta a chance de preservação do esfíncter e reduz recidiva local.
Quando buscar avaliação
Nenhum destes sinais deve ser ignorado — mesmo que pareçam banais:
Colonoscopia: o exame que evita o câncer
A colonoscopia não serve só para detectar câncer — ela permite remover pólipos antes que se tornem malignos. Recomendada a partir dos 45 anos para a população geral, e antes disso para quem tem histórico familiar de câncer colorretal ou síndromes hereditárias (como Síndrome de Lynch ou PAF). Se você ainda não fez, este é o momento de perguntar ao seu médico.