Tumores Ginecológicos

Útero, ovários, colo do útero e vulva — cuidado oncológico com técnica e escuta.

+17k
novos casos/ano
câncer de colo do útero (INCA)
6.800
casos/ano
câncer de endométrio no Brasil
causa de morte evitável
colo do útero com rastreamento
90%+
de cura no estágio I
diagnóstico precoce muda tudo
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O que são

Cânceres que afetam o sistema reprodutor feminino — útero, ovários, colo do útero, trompas e vulva. Cada tipo tem comportamento próprio, exige estadiamento cuidadoso e responde de forma diferente ao tratamento.

O diagnóstico precoce muda completamente o prognóstico. No estágio I, a maioria dos tumores ginecológicos tem taxa de cura superior a 90%. A avaliação especializada é o que torna isso possível.

Como tratamos

Avaliação individualizada antes de qualquer decisão. Com especialização pelo INCA-RJ, a Dra. Luciana realiza cirurgias por videolaparoscopia e robótica — técnicas que reduzem o trauma cirúrgico, aceleram a recuperação e mantêm a radicalidade oncológica necessária para um bom resultado.

Para casos complexos, a integração com oncologia clínica e radioterapia é planejada desde o início — não como etapa separada, mas como parte do mesmo protocolo de tratamento.

Quando buscar avaliação

Estes sinais não confirmam câncer, mas justificam consulta com especialista sem demora:

Sangramento vaginal fora do período menstrual ou após a menopausa
Dor pélvica persistente sem causa identificada
Distensão abdominal progressiva
Alterações no ciclo menstrual sem causa aparente
Sensação de pressão ou peso na pelve
Perda de peso sem motivo aparente

Fatores de risco reconhecidos

Ter um fator de risco não significa desenvolver câncer — mas identificá-lo antecipa o rastreamento e protege.

Histórico familiar

Parentes de 1º grau com câncer ginecológico, colorretal ou de mama elevam o risco. Síndrome de Lynch e BRCA são pontos de atenção.

HPV e infecções sexualmente transmissíveis

HPV de alto risco é o principal fator para o câncer de colo do útero. Rastreamento com Papanicolau salva vidas.

Obesidade e sedentarismo

Excesso de tecido adiposo eleva os níveis de estrogênio — fator relevante para tumores de endométrio e ovário.

Menopausa tardia / menarca precoce

Exposição prolongada ao estrogênio aumenta o risco de cânceres hormonais dependentes, especialmente endométrio.

Imunossupressão

Condições que comprometem a imunidade (HIV, uso de imunossupressores) reduzem a capacidade do organismo de eliminar células pré-malignas.

Nuliparidade

Mulheres que nunca engravidaram têm risco elevado para tumores de ovário e endométrio — fator que entra no rastreamento individualizado.

Não deixe para depois.
A avaliação precoce salva vidas.

Uma consulta com especialista pode ser o passo mais importante que você dá hoje.

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