Câncer de Pele

Técnica PDEMA — análise de 100% das margens em tempo real. Você sai do bloco com a certeza da cura, não com a espera do laboratório.

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O que são

Cânceres que se desenvolvem na pele — do carcinoma basocelular (CBC), o mais comum, ao melanoma, o tipo mais agressivo. O câncer de pele é a neoplasia mais frequente no Brasil, representando cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados pelo INCA. No Nordeste, a combinação de exposição solar intensa e perfil fenotípico da população amplifica essa incidência. O carcinoma espinocelular (CEC) ocupa posição intermediária em frequência e risco.

A boa notícia: quando identificado cedo, o câncer de pele tem alto índice de cura. O problema acontece quando a primeira cirurgia não avalia as margens com precisão — e o tumor volta.

Como tratamos — Técnica PDEMA

PDEMA (Peripheral and Deep En Face Margin Assessment) é a técnica de análise total de margens cirúrgicas. A Dra. Luciana remove a lesão e a envia imediatamente para o patologista no próprio bloco cirúrgico. Enquanto o paciente descansa sob anestesia, o tecido é processado e analisado em cerca de 40 a 45 minutos.

O diferencial: 100% das margens periféricas e profundas são avaliadas em tempo real. O paciente só sai da sala com a confirmação técnica de que as margens estão limpas — eliminando a angústia da espera laboratorial de dias ou semanas.

Em casos de áreas nobres (nariz, pálpebras, orelhas), a Dra. Luciana atua em equipe: cirurgiã oncológica + cirurgião plástico + patologista trabalhando juntos em tempo real. Essa abordagem multidisciplinar entrega ao paciente uma "dupla segurança" — cura oncológica com a melhor reconstrução estética e funcional possível, tudo na mesma sessão.

Para melanomas, a pesquisa do linfonodo sentinela faz parte do protocolo quando indicada. Em reconstruções complexas de face e pescoço, utilizamos a tecnologia Firefly (fluorescência por verde de indocianina) para mapear em tempo real a vascularização dos retalhos reconstrutivos — reduzindo risco de necrose e garantindo resultado estético e funcional superior.

PDEMA vs. Cirurgia Convencional

A diferença não é apenas técnica — é a diferença entre sair da cirurgia com segurança ou sair com dúvida.

Critério Cirurgia Convencional Técnica PDEMA
Análise de Margens 1–2% das bordas (amostragem) 100% em tempo real
Resultado da Cura Espera de dias a semanas Confirmação no mesmo dia
Preservação de Tecido Margens de 4–6 mm · cicatrizes maiores Margens de 1–2 mm · tecido preservado
Risco de Recidiva (CBC) Até 16% 1–2%
Taxa de Cura (CBC) ~90–93% Até 99%

PDEMA com laudo em sala — sem espera

O protocolo PDEMA é aplicado integralmente nos hospitais de Recife onde a Dra. Luciana opera — RICO e Santa Joana. A técnica garante que 100% das margens sejam analisadas ainda durante a cirurgia.

O sistema de telepatologia permite enviar imagens de alta resolução em tempo real para confirmação das margens. O paciente sai da sala com o laudo.

→ Veja todos os locais de atendimento em Onde Atende.

Dra. Luciana Câmara — especialista em câncer de pele

"Tumor que volta é tumor que não foi tratado com precisão na primeira vez. A PDEMA elimina essa margem de dúvida — literalmente."

Dra. Luciana Câmara

Cirurgiã Oncológica · CRM-PE 23.536

Quando buscar avaliação

Use a regra ABCDE para observar suas pintas e lesões. Qualquer um destes sinais justifica consulta imediata — não espere a lesão crescer:

A — Assimetria: pinta com formato irregular
B — Bordas irregulares, recortadas ou mal definidas
C — Cor variada ou múltiplas tonalidades
D — Diâmetro maior que 6 mm (tamanho de uma borracha de lápis)
E — Evolução: mudança de cor, forma ou tamanho
Ferida que não cicatriza em 4 semanas

Da lesão suspeita ao diagnóstico — como começa o caminho certo.

O câncer de pele detectado precocemente tem cure em mais de 95% dos casos. A sequência abaixo mostra como o processo começa — do que você nota em casa até o momento em que a decisão cirúrgica é tomada.

Lesão suspeita na pele — sinal de alerta para câncer
01

Lesão que chama atenção — irregularidade, cor ou crescimento

Identificando pinta suspeita nas costas
02

O sinal que não se pode ignorar

Avaliação médica de pintas com lupa
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Avaliação clínica — visão ampliada da lesão

Close no exame de pinta suspeita
04

Análise detalhada da margem e profundidade

Dermoscopia — exame com dermatoscópio
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Dermoscopia — mapeamento preciso antes da biópsia

Marcação cirúrgica pré-operatória para câncer de pele
06

Planejamento cirúrgico — marcação antes da operação

Reconhecer cedo é a diferença entre uma cirurgia pequena e uma batalha longa. Se algo na sua pele mudou — forma, cor, tamanho — não espere confirmar sozinho.

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O que esperar na sua recuperação

A técnica PDEMA reduz ao máximo o trauma tecidual. Ainda assim, cada fase da cicatrização tem orientações específicas.

Imediata · 24–48h

Controle da ferida

Controle rigoroso da dor com medicação prescrita e cuidados de higiene da ferida. Repouso e proteção local.

Curta · 1–2 semanas

Revisão e suturas

Retorno para remoção das suturas e avaliação clínica do processo de cicatrização. Progresso visível e validação médica.

Média · 1–6 meses

Proteção e autocuidado

Manejo de cicatrizes, uso de protetor solar de alto fator e retornos agendados. Fase de empoderamento e prevenção ativa.

Longo prazo · +6 meses

Vigilância contínua

Dermoscopias periódicas e suporte continuado. Quem já teve câncer de pele tem maior risco de nova lesão — o acompanhamento é proteção, não paranoia.

⚠️ Qualquer ferida no rosto ou corpo que não cicatriza em 4 semanas merece avaliação — não espere.

Tumor que volta é tumor que não foi tratado com precisão na primeira vez.

A técnica PDEMA existe para que isso não aconteça. Confirme as margens antes de sair da sala.

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